Desejos.
Esperança.
Nunca houve sequer algo assim. Aquele era o nosso mundo.
Escuridão e Terror.
As sombras eram o meu mundo. Depois que os meus amigos perderam a insanidade e se entregaram para elas, não tive outra escolha a não ser aquela.
Tive que esquecer meus sentimentos, pois eles estavam sofrendo. Sabia disso.Todos sabiam disso. Aquele mundo sem piedade dos humanos, foi criado por diversão do homem, mas ele não teve o que tinha desejado. A escuridão podia ter me pegado, mas eu nunca havia me esquecido das lágrimas e dos gritos de socorro deles. Elas me pediram.
"Por favor, salve-nos dele. Não aguentamos mais. Salve-nos"
Era sofrimento e pedidos de vida.
"Ele está na sala principal. Ali!Ali!Rápido!"
Era um homem gordo e tinha um hálito fétido.
- O que temos aqui? Uma sobrevivente? Que tal matarmos? Não suporto crianças!- gritou com desgosto.
sorri e soltei uma gargalhada que ecoou nos corredores.
- Por que ris, criança humana?- perguntou ele.
- Por que? Ora, seu velho gordo!´- saiu como um insulto- Asqueroso! Vou banhar esse chão com seu sangue! Morra agora! Pelos meus amigos, e pelas sombras.
- Aquelas sombras? Forma burras em acreditar que eu daria a liberdade deles.
-Eles que morram!-gritou ele
- Cale-se humano!
- Eu sou um Deus, você é que é um reles ser humano.
- Quer ver?
Sai correndo em direção contrária que ele estava e o chutei pelas costas.
- Você é boa! Que tal sermos amigos. Eu te dou ouro.
- Você não vai ter nada!
-Ora!Por que criança?- perguntou ele andando em minha direção
- Porque você já morreu, velho!
Avancei dois passos e ele recuou.
- Covarde!!-gritei.
Pulei nele e ele me agarrou pelo braço.
- Criança tola. Sou um Deus. Posso te matar em um segundo.
Enfiei a faca que continha na mão direita, bem em seu peito.
-EU SOU UM DEUS!!!!!!!!!!-gritopu ele.- NÃO POSSO MORRER!!!!!!!!
- Então se você é um deus eu sou um demônio. Prazer em te conhecer. Meu nome é Liliam. Você matou meu companheiro Lúcifer. Agora é triste. Mas vou te mostrar o que estas sombras queriam.
as sombras que estava atrás de mim correram até o "Deus" e o engoliram
Sai pela porta e no final do corredor encontrei uma porta.
Tudo ficou escuro e então eu acordei, talvez horas ou dias, mas estava em um quarto branco. Tudo era branco e quandp me virei vi todas as sombras que estvama comigo em um dia.
"Obrigado. Obrigado."- elas sussuravam
- Obrigado.- disse e então fui sugada para a escuridão amiga.
domingo, 8 de julho de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
O Começo do Mundo Vermelho-parte 1
A garotinha corria.
- Onde? Onde está a saída?
- Alice, volte aqui! Está na hora.
- Não! Eu não quero ir!- gritava para a escuridão.
- Está na hor!-gritavam, as sombras que a perseguiam.
- Pára!!
***
Não havia salvação para quem entrassem naquela sala. As sombras perguntavam para a pessoa, que estava jogada no chão frio da sala:
- Qual é seu nome? Está triste? Está feliz? Quer um amigo? Venha com a gente e te daremos a felicidade que deseja.
As pessoas, fosse um, fosse duas, fosse seis, nunca sobrevivia. A Escuridão entrava em seu corpo, se alimentando cada vez mais, até ir ao coração e capturar o inquilino.
Uma delas foi um grupo de garotinhos. Amigos ou Irmãos. Apenas uma sobreviveu. E com ela foi testado um DNA que um cientista disse que daria poderes capazes de fazer o maior presidente do mundo cair em suas mãos.
Eles estavam enganados.
Aquele era apenas o começo para a maior serial killer começar sua diversão no mundo humano.
A diversão de corpos cobertos de vermelho.
- Onde? Onde está a saída?
- Alice, volte aqui! Está na hora.
- Não! Eu não quero ir!- gritava para a escuridão.
- Está na hor!-gritavam, as sombras que a perseguiam.
- Pára!!
***
Não havia salvação para quem entrassem naquela sala. As sombras perguntavam para a pessoa, que estava jogada no chão frio da sala:
- Qual é seu nome? Está triste? Está feliz? Quer um amigo? Venha com a gente e te daremos a felicidade que deseja.
As pessoas, fosse um, fosse duas, fosse seis, nunca sobrevivia. A Escuridão entrava em seu corpo, se alimentando cada vez mais, até ir ao coração e capturar o inquilino.
Uma delas foi um grupo de garotinhos. Amigos ou Irmãos. Apenas uma sobreviveu. E com ela foi testado um DNA que um cientista disse que daria poderes capazes de fazer o maior presidente do mundo cair em suas mãos.
Eles estavam enganados.
Aquele era apenas o começo para a maior serial killer começar sua diversão no mundo humano.
A diversão de corpos cobertos de vermelho.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Flor do Éden
Oh, pequena e singela flor dos Céus
Que em suas brancas pétalas, carrega a pureza da vida
Que em tua constituição delicada, mostra o poder da Terra, sua mãe
Oh, minha pequena flor selvagem
Por favor, me conte
Como as pessoas não conseguem ver
A tua beleza, tão doce e só
Valente flor do campo intocado
Como podem tentar sua vida apagar
Você que daí pode tudo ver
Me diga, eu imploro
Por que o perdão não existe?
Mesmo que os céus se abram e a chuva passe
A água não poderá lavar o passado
E os pecados que foram gravados nesta terra carmim
Onde nada permaneceu de pé, a não ser a silenciosa solidão
Onde tudo sucumbiu ao peso da dor
Me diga, pequenina flor
Como pode, ficar ainda em pé
com sua delicada existencia
Perante um mundo de dor?
Oh, flor do jardim nunca mais tocado
Lírio da castidade
"Mesmo em uma época de dor
O vento amigo e mensageiro ainda me trará
Em seus braços, o cheiro das estações
Que despertará toda a Terra de seu sono profundo
Mesmo que a dor sufoque
as memorias de felicidade ainda existirão
Como um refúgio da alma
Na qual seu coração poderá se abrigar
E suas feridas curar
Não se esqueçam, pequeninos
De existências êfemeras
Uma flor possui vida curta
Mas suas pétalas desabrocham para saudar o Sol
Todo dia
E seu perfume e beleza,
Continuará na memória
Daqueles a qual marcou
Daqueles à qual amou
Daqueles que de sua peqeuna memória fazem parte."
Que em suas brancas pétalas, carrega a pureza da vida
Que em tua constituição delicada, mostra o poder da Terra, sua mãe
Oh, minha pequena flor selvagem
Por favor, me conte
Como as pessoas não conseguem ver
A tua beleza, tão doce e só
Valente flor do campo intocado
Como podem tentar sua vida apagar
Você que daí pode tudo ver
Me diga, eu imploro
Por que o perdão não existe?
Mesmo que os céus se abram e a chuva passe
A água não poderá lavar o passado
E os pecados que foram gravados nesta terra carmim
Onde nada permaneceu de pé, a não ser a silenciosa solidão
Onde tudo sucumbiu ao peso da dor
Me diga, pequenina flor
Como pode, ficar ainda em pé
com sua delicada existencia
Perante um mundo de dor?
Oh, flor do jardim nunca mais tocado
Lírio da castidade
"Mesmo em uma época de dor
O vento amigo e mensageiro ainda me trará
Em seus braços, o cheiro das estações
Que despertará toda a Terra de seu sono profundo
Mesmo que a dor sufoque
as memorias de felicidade ainda existirão
Como um refúgio da alma
Na qual seu coração poderá se abrigar
E suas feridas curar
Não se esqueçam, pequeninos
De existências êfemeras
Uma flor possui vida curta
Mas suas pétalas desabrocham para saudar o Sol
Todo dia
E seu perfume e beleza,
Continuará na memória
Daqueles a qual marcou
Daqueles à qual amou
Daqueles que de sua peqeuna memória fazem parte."
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Amanhecer
Em meio á noite silenciosa
Apenas o som das memorias me acompanha
As luzes da cidade adormecida
Trazem de volta a paz há muito esquecida
E o cheiro que a brisa traz
É da grama daquela colina
Onde uma vez fomos Rei e Rainha
E as nuvens chamavam por nós
Esperarei aqui no horizonte
Para colher os primeiros raios da luz do sol
E tecerei fios de ouro dos céus, para teu vestido
Te vestirei com luz
E aqui, sob o mais belo céu azul
Irei descobrir as mais macias nuvens
Para teu branco véu e rendas bordar
Caminharei pelo universo
Para encontrar as mais belas estrelas
E com elas, jóias construirei
Te coroarei com os tesouros do céu
E nos mares mais profundos mergulharei
Para encontrar as mais belas pérolas
E te enfeitarei com a pureza do mar
Anjo do meu Amanhecer
Te darei o mundo se necessário
Traga teu brilhante sorriso
Deixe que eu me aconchegue em tua luz
Porque toda vez que você sorrir
É como testemunhar o nascimento de um dia
E tua doce voz, cruza eras e distancias
Para cantar pelo Amanhecer
Mas, então onde estás?
Pois caminhei por cidades colhendo raios de sol
Pois descobri as mais brancas nuvens
Pois colhi as mais belas estrelas
Pois mergulhei nos mais profundos mares
Mas tua luz, não vejo mais
Tua voz já não ouço
E meus dias estão escuros
E minhas noites estão paradas
Esperando você voltar
"Ah, Meu Querido
Você se foi pelas cidades
Caminhou por entre as nuvens
Se encantou pelas estrelas do infinito
E mergulhou nos mistérios dos Sete Mares
Mas agora, não te alcanço
Você sempre ficou tão longe
E agora aqui descanço
Na mesma colina em que fomos Rei e Rainha
E não posso ir através de cidades
Caminhar a procura de nuvens
Me encantar nas Infinitas Estrelas
E nadar pelos Sete Mares
Com você
Não posso mais dedicar minha canção para ti
Mas eu te peço agora
Guarde na Memória
O momento em que juntos reinamos
Em que eu te trouxe o Amanhecer
E você me trouxe o Mundo
Pois agora e para sempre
O que posso te oferecer
São Lembranças e meu Afeto
E quando em tuas viagens
Sentir a solidão te perseguir
Feche os olhos e ouça
Pois, ecoando pela cidade adormecida
O vento levará a canção de nossa colina
E trará o Amanhecer
Apenas o som das memorias me acompanha
As luzes da cidade adormecida
Trazem de volta a paz há muito esquecida
E o cheiro que a brisa traz
É da grama daquela colina
Onde uma vez fomos Rei e Rainha
E as nuvens chamavam por nós
Esperarei aqui no horizonte
Para colher os primeiros raios da luz do sol
E tecerei fios de ouro dos céus, para teu vestido
Te vestirei com luz
E aqui, sob o mais belo céu azul
Irei descobrir as mais macias nuvens
Para teu branco véu e rendas bordar
Caminharei pelo universo
Para encontrar as mais belas estrelas
E com elas, jóias construirei
Te coroarei com os tesouros do céu
E nos mares mais profundos mergulharei
Para encontrar as mais belas pérolas
E te enfeitarei com a pureza do mar
Anjo do meu Amanhecer
Te darei o mundo se necessário
Traga teu brilhante sorriso
Deixe que eu me aconchegue em tua luz
Porque toda vez que você sorrir
É como testemunhar o nascimento de um dia
E tua doce voz, cruza eras e distancias
Para cantar pelo Amanhecer
Mas, então onde estás?
Pois caminhei por cidades colhendo raios de sol
Pois descobri as mais brancas nuvens
Pois colhi as mais belas estrelas
Pois mergulhei nos mais profundos mares
Mas tua luz, não vejo mais
Tua voz já não ouço
E meus dias estão escuros
E minhas noites estão paradas
Esperando você voltar
"Ah, Meu Querido
Você se foi pelas cidades
Caminhou por entre as nuvens
Se encantou pelas estrelas do infinito
E mergulhou nos mistérios dos Sete Mares
Mas agora, não te alcanço
Você sempre ficou tão longe
E agora aqui descanço
Na mesma colina em que fomos Rei e Rainha
E não posso ir através de cidades
Caminhar a procura de nuvens
Me encantar nas Infinitas Estrelas
E nadar pelos Sete Mares
Com você
Não posso mais dedicar minha canção para ti
Mas eu te peço agora
Guarde na Memória
O momento em que juntos reinamos
Em que eu te trouxe o Amanhecer
E você me trouxe o Mundo
Pois agora e para sempre
O que posso te oferecer
São Lembranças e meu Afeto
E quando em tuas viagens
Sentir a solidão te perseguir
Feche os olhos e ouça
Pois, ecoando pela cidade adormecida
O vento levará a canção de nossa colina
E trará o Amanhecer
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